Um sócio que conhece o seu negócio — e não esquece
A pergunta que chega depois que você fechou, o combinado que ficou só na sua cabeça, o aviso que ninguém pôs na porta: o sócio cuida disso. Ele responde quem pergunta pelo seu comércio, lembra do que ficou combinado e mantém a sua página no ar. E você não configura nada: conversa, e ele faz — sempre pedindo licença antes de publicar qualquer coisa.
exemplo — uma terça qualquer
chegou pouco pão hoje, avisa que o de fermentação natural acaba cedo
Escrevi assim: “Hoje o pão de fermentação natural é pouco — quem quiser, vem cedo.” Publico agora?
pode
No ar. Enquanto isso, chegaram 3 perguntas hoje: duas sobre horário de domingo (respondi) e uma perguntando se você faz bolo sem lactose — essa eu não soube. Faz?
Você fala, ele escreve
“Põe na página que amanhã o executivo é feijoada e a gente abre 11h30.” Não tem formulário, não tem painel, não tem editor. E repare no que ele faz antes de publicar: pergunta. Nada vai ao ar sem alguém do negócio dizer que sim.
Quem manda no que aparece é o dono
Qualquer pessoa do balcão pode propor um recado — quem está no caixa é quem sabe o que aconteceu hoje. Publicar, recusar e tirar do ar é só do dono. E o que está na página é exatamente o que o sócio pode responder a quem pergunta de fora: o resto da memória continua sendo de vocês.
Um endereço para mandar no zap
okmigo.com/@seunegocio: o que você faz, os recados com foto, e o botão de falar com o negócio. Sem cadastro para quem abre, sem aplicativo para instalar, sem anúncio no meio.
Quem gostou de você recebe seus recados
Cliente que segue a sua página vê o que você publicou — em ordem de quem publicou, sem algoritmo e sem impulsionamento pago. Você não paga para alcançar quem já quis te seguir.
E o que não cabe numa tela
A pergunta que chegou às 22h
Um cliente pergunta o horário, se tem sem lactose, se entrega no bairro dele. O sócio responde com o que está na sua página, na hora, sem você largar o que está fazendo.
E se valer a pena, vira conversa
A pergunta chega sem o nome de quem perguntou. Se você quiser falar direto com a pessoa, pede — e ela decide. Quando ela aceita, abre uma conversa de verdade entre vocês dois.
A memória fica no negócio, não na pessoa
O que o sócio aprende é do comércio: fornecedor que atrasa, cliente que sempre pede o mesmo, o que vende no frio. Quem trabalha com você encontra o que a outra pessoa conversou — e quando alguém sai da equipe, o que ela ensinou fica.
Um negócio, vários setores
Produção, balcão, financeiro: cada setor tem um sócio com memória própria — dá para dar o Entregas ao entregador sem dar o Financeiro. E eles se falam: quem está no balcão pergunta e o sócio consulta o setor certo. O que é só da casa, você escolhe se desce.
A caixa de perguntas tem porteiro
Pergunta de fora chega anônima — mas não sem regra: dá para denunciar abuso e bloquear quem passou do ponto, e o bloqueio vale em todos os caminhos de uma vez. Anônimo é a pergunta, não a responsabilidade.
A sua página, do jeito que você quer
Ligue, desligue e reordene o que ela mostra — telefone e endereço, o que você faz, os trabalhos entregues, os avisos — e escolha a cor pelo seu ramo. Tem prévia: você vê a página de verdade antes de publicar, no computador ou no celular.
Quem chegou de fora deixa o contato
Se você quiser, a página ganha um formulário: nome, telefone e o que a pessoa precisa. Chega numa caixa sua, com o contato para responder — é o contrário da pergunta anônima, porque aqui quem escreve está dizendo quem é.
Foto, áudio e arquivo entram na conversa
Mande a foto do que chegou, fale em vez de digitar quando estiver com as mãos ocupadas, jogue o PDF do fornecedor lá dentro. O sócio vê a foto, ouve o áudio e guarda o conteúdo do arquivo como memória — a tabela de preços de março volta em outubro sem você procurar o e-mail.
O que ficou combinado não se perde
“Ligar para o fornecedor na terça”, “fechar o orçamento até quinta”. Ele anota do jeito que foi dito, e cobra quando a data chega.
E ele mexe no sistema que você já usa
Quando — e só quando — você autoriza.
Sua agenda, seu estoque, seu CRM
“Quem vem amanhã?”, “marca a Ana às 15h”, “ainda tem PA-100?”. O sócio consulta e opera o sistema que o seu negócio já usa, pela conversa — sem você trocar de aplicativo no meio do expediente.
A chave é sua, e some quando você quiser
Nada acontece até você instalar aqui a credencial do seu sistema. É ela que diz de quem é o pedido — e revogá-la lá corta o acesso na hora, sem depender da gente.
Ele pergunta antes de gravar
Consultar, ele responde na hora. Marcar, cancelar, lançar: ele descreve em português o que vai fazer e espera você dizer que sim. A primeira tentativa de gravar nunca executa.
A foto vai junto
Se você mandar uma foto na conversa — o carro que entrou no pátio, o produto novo —, ela pode ir direto para o seu sistema. Você não procura link nem hospeda nada: o arquivo é nosso, e o seu sistema guarda só o endereço. Basta ele dizer qual campo recebe a imagem.
Seu cliente pede, você decide
Quem usa o okmigo pode pedir um horário no seu negócio pelo seu @. O horário fica guardado por 24 h e some da sua disponibilidade — para ninguém pedir o mesmo — e só vira compromisso quando você aprova. Nada entra na sua agenda pelas costas.
Funciona pelo padrão MCP, que fica na frente da API que o seu sistema já tem — ele não precisa ser reescrito. ⚠️ O pedido de horário vale para quem também usa o okmigo: quem chega de fora, sem conta, ainda liga ou manda mensagem como sempre. Se você tem um sistema — ou fala com quem o fez —, a documentação está em integrar o seu sistema.
Os aplicativos que o seu negócio ganha
Cada um é uma tela dentro do okmigo, e o sócio sabe operar todos pela conversa.
Agenda
Hora marcada: o que você atende, quando está livre, o que foi combinado. Já vem instalada em toda conta — não há o que escolher.
Revenda de veículos
Os carros no pátio, quem perguntou por cada um, quem segurou qual e qual proposta virou venda. Com vitrine pública: o carro ganha um link que você manda no zap.
Financeiro · em breve
O saldo e o extrato das contas do negócio, vindos do seu banco com a sua autorização. Ele lê e nada mais — nenhuma operação move dinheiro.
Quanto custa
O OkMigo está em fase de convite e os comércios que entrarem agora não pagam nada — estamos aprendendo com eles o que o sócio precisa saber fazer. Não há anúncio, não há impulsionamento, e nada do que vocês conversam é vendido.
As cenas acima explicam comportamentos reais do OkMigo. O Café da Esquina é um exemplo fictício, usado para mostrar a rotina sem expor dados de nenhum negócio.